Terça-feira, Maio 12, 2026
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InícioColunistasA maldição do Bicho Mamãe em Cabo Frio !

A maldição do Bicho Mamãe em Cabo Frio !

Será que Jânio deixou uma cabeça de porco enterrada na prefeitura? Como deve ser difícil acertar quando não se sabe o que fazer! A herança recebida pela prefeita Magdala Furtado está cada vez mais insólita. Escorada pela égide da perseguição machista de seus opositores, a prefeita ainda não conseguiu encontrar um discurso certeiro para justificar a instabilidade de suas escolhas para suas secretarias. A crise agora se instaurou na educação que, mal assumiu, e já está demissionária. Segundo fontes do próprio governo, já se tem até data e nome para o substituto. A única razão pela qual ainda não houve a troca é porque parte da verba para pagamento de folha que vem do FUNDEB só pode ser liberada com as senhas da equipe atual. 

Comenta-se nos bastidores, que o atual secretário não tem assinado nenhum tipo de documento ou liberado nenhum ordenamento de despesa da pasta desde o escândalo do gibizinho da prefeita. Entidades, profissionais da área, comissionados ou não, e também o sindicato dos profissionais da educação que recentemente estiveram reunidos com a prefeita apresentando demandas, estão incertos do próprio futuro.

Parece que a incerteza é a única certeza que o governo Magdala Furtado tem para dar nesses primeiros trinta dias de gestão.  Para piorar, choveu e os buracos e lamaçais começaram a mostrar a cara, deixando cada vez mais aparente a falta de rumo e planejamento de suas secretarias. 

A cidade precisa de um choque de gestão. A prefeita precisa ir a público deixar bem claro que não está com nenhum dos “inhos”: Serginho, Marquinho, Huguinho, Zezinho e Luizinho. Ela precisa deixar claro que Magdala é Magdala e assumir as rédeas de sua administração. Um líder, ou uma líder, sem identidade própria, jamais  terá como conduzir um governo. Quando a sua luz não brilha, sua sombra desaparece. O certo é que a prefeita precisa encontrar um rumo para o seu governo pois, “… pra quem não sabe para onde ir, qualquer caminho serve”.

Por Mardônio Gomes

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