O município de Petrópolis passou a integrar a lista de cidades com repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) bloqueados pela União após o registro de pendências no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi). De acordo com levantamento divulgado pelo jornalista Alexy Paris, o bloqueio foi registrado em 15 de junho de 2026.

O FPM é uma das principais fontes de receita das prefeituras brasileiras e sua suspensão pode gerar impactos significativos nas finanças municipais. Entre as possíveis causas para o bloqueio estão débitos junto à União, irregularidades fiscais, pendências previdenciárias ou problemas relacionados à prestação de contas.
A medida ocorre durante a gestão do prefeito Hingo Hammes e aumenta a pressão sobre a administração municipal para regularizar a situação. Especialistas apontam que a interrupção dos repasses federais pode comprometer o planejamento financeiro da prefeitura e afetar áreas como saúde, educação, assistência social, manutenção de contratos e pagamento de fornecedores.
Nos meios políticos da cidade, o episódio repercutiu e gerou manifestações de preocupação sobre a situação fiscal do município. Setores da oposição defendem maior transparência sobre as causas do bloqueio e cobram providências para restabelecer a normalidade dos repasses.
Até o momento, a Prefeitura de Petrópolis não havia divulgado informações detalhadas sobre as pendências que motivaram a suspensão dos recursos nem apresentado publicamente um cronograma para a regularização da situação.
O bloqueio do FPM representa um desafio para a administração municipal, que deverá adotar medidas para solucionar as pendências apontadas pelos órgãos federais e garantir a retomada dos repasses, considerados fundamentais para o funcionamento dos serviços públicos. Assim como Petrópolis, o municípo de Porto Real também está bloqueados.





