Sábado, Abril 18, 2026
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MP PODE REABRIR CASO DA PROFESSORA MORTA EM RIO DAS OSTRAS

RIO DAS OSTRAS – A família e os amigos da professora Jamille Guilherme Suarhs, de 39 anos, não se conformam com sua morte. No dia 22 de agosto de 2021, ela foi retirada de casa por um vizinho com o corpo em chamas, ficou cinco meses internada no Hospital Alberto Torres, em São Gonçalo, e morreu no último dia 29 de janeiro.

Além da perda, eles não se conformam com os bastidores da história, que nem chegaram a ser investigados por erros ou omissão. 

Quem denuncia é a prima de Jamille, Paola Guilherme, que esteve no local e acompanhou todo o sofrimento da prima. 

“Quando soube do que houve, saí do Rio, onde moro, e fui para Rio das Ostras para buscar as filhas da Jamille e ver como ela estava. Quando a vi no hospital, fiquei muito assustada. Ela tinha toda a parte superior queimada e estava muito mal”, diz Paola, que imaginou que a casa da prima tivesse sido destruída por um incêndio.

Para a surpresa de Paola, ao chegar ao local, tudo já estava limpo, lavado e apenas o quarto da prima tinha sinais de incêndio. 

“Vizinhos disseram que o pai do Emir, o ex-companheiro dela, tinha ido cedo ao local e limpado tudo. Eles também contaram que, no dia do incêndio, o Emir estava na casa, que ouviram gritos o dia todo e que, em dado momento, um grito chamou mais atenção de um vizinho. Ele foi ver e já encontrou a casa pegando fogo. Ele entrou, tirou minhas duas sobrinhas do quarto e voltou para pegar a Jamille que estava com parte do corpo em chamas. O Emir estava no local e não fez nada. Saiu com mãos e outras partes do corpo, da cintura pra baixo queimadas, nas nada como a minha prima”, conta

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