Diante de todo o destaque no noticiário sobre a guerra entre Rússia e Ucrânia, no Conselho de Segurança da ONU, os EUA se posicionaram contra e criticaram a devastação terrível da Rússia na Ucrânia, enquanto a União Europeia dizia que o mundo tem que aceitar pagar preço para parar com a guerra ultrajante e não provocada.
Neste cenário de guerra, membros do Conselho Europeu falam em terceira guerra mundial e pedem zona de exclusão do espaço aéreo na Ucrânia para proteger toda a Europa, justamente o que a OTAN não deseja, por entender exatamente o contrário. Seria grande risco de escalada do conflito. O FMI também voltou a citar que a economia global sofrerá contágio significativo se a guerra demorar, e a União Europeia falou sobre cenário de estagflação podendo ser evitado se a reação for rápida. A China pediu prudência em palavras e ações ao Japão, depois de declarações do primeiro-ministro Fumio Kishida de envio de armamentos de defesa. A China também negou que a Rússia teria pedido armas, e a Ucrânia alertou que os russos voltaram a danificar o fornecimento de energia de Chernobyl.
No caso em tela, o alerta ocorreu em razão de declarações da Ucrânia, de que as discussões com a Rússia tinham evoluído um pouco, e declaração de Zelensky, que tinha pedido um encontro com Putin. Em paralelo a tudo isso, muitos países seguem tentando ajudar a Ucrânia com o envio de tropas. Finlândia e Suécia foram ameaçadas por Putin, caso ingressem na OTAN. A guerra também é o habitáculo das mentiras e poucas verdades.
A Casa Branca pelo departamento de Estado disse que não permitirá a nenhum país compensar a Rússia por perdas com sanções, num alerta velado para a China. Estamos vivendo um risco muito maior do que quando da guerra fria, uma imensa possibilidade de uma guerra mundial se prenunciar, com consequências imprevisíveis para o planeta e seus habitantes, que nesse momento só se revela na geopolítica e na economia. Diz o ditado popular: quem VIVER verá.
Por Roberto Rosa



