Terça-feira, Maio 5, 2026
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Petrópolis sofre bloqueio nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios e agrava caos financeiro na gestão de Hingo Hammes

Petrópolis, na região Serrana do Rio, acaba de sofrer bloqueio do repasse do FPM (Fundo de Participação dos Municípios), aprofundando o caos financeiro que domina a cidade desde o início do ano. O bloqueio ocorreu na última semana, dia 10, por conta de inadimplemento de obrigações do município junto à União, resultado direto dos desmandos e da falta de controle fiscal da gestão do prefeito Hingo Hammes, no cargo desde janeiro.

O FPM, sigla para Fundo de Participação dos Municípios, é um repasse constitucional de recursos da União para as prefeituras brasileiras. Formado por parte da arrecadação do Imposto de Renda e do IPI, o fundo representa uma das principais fontes de receita para grande parte dos municípios e tem como objetivo descentralizar recursos, garantindo que cidades menores também tenham condições de financiar serviços públicos essenciais.

Além disso, o prefeito Hingo Hammes colocou Petrópolis no muro da vergonha: o município é a única cidade de todo o estado do Rio que aparece na lista de bloqueio, uma condição humilhante que expõe o tamanho da desorganização administrativa instalada na prefeitura.

Sem apresentar um plano coerente de gestão e incapaz de conduzir o município em meio à crise fiscal, o prefeito mantém a cidade em absoluta desordem. O planejamento para 2025 continua sem clareza, mesmo com a Câmara Municipal tendo aprovado uma receita orçamentária de R$ 1.457.613.421,40, prevista na Lei nº 8.974, de 4 de janeiro de 2025. Trata se de um orçamento expressivo que exigiria responsabilidade e estratégia, mas que segue abandonado pela falta de direção.

O bloqueio do FPM já provoca impactos imediatos no pagamento do funcionalismo e no repasse a fornecedores, comprometendo serviços essenciais e agravando a instabilidade administrativa. A população, mais uma vez, paga a conta de uma gestão marcada por improviso, falta de planejamento e incapacidade de enfrentar os problemas fiscais que se acumulam.

A crise agravada pelo bloqueio federal deixa evidente que Petrópolis está sem rumo. A administração Hingo Hammes demonstra ausência de controle das contas, falta de responsabilidade administrativa e nenhuma perspectiva concreta de recuperação, mantendo a cidade à deriva em um cenário de deterioração crescente dos serviços públicos.

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