Em Cardoso Moreira, a indignação da população cresce diante do colapso da saúde pública. Nos bairros do interior, moradores vivem uma realidade cruel: a ausência de ambulâncias para atender emergências. Esse descaso coloca em risco direto a vida e a dignidade de famílias que, diante de acidentes ou crises de saúde, ficam à mercê da sorte.
Enquanto isso, a prefeita Geane Vincler, conhecida pelo estilo de “madame” e distante da realidade popular, parece ignorar a gravidade do problema. O atendimento de emergência, que deveria ser prioridade, inexiste em muitas localidades rurais, transformando situações que poderiam ser resolvidas rapidamente em verdadeiras tragédias anunciadas.
O quadro se agrava com a falta de investimentos na atenção básica e com a postura da Secretaria de Saúde, hoje comandada por José Fernando, que só dá as caras em épocas eleitorais, como ocorreu em 2024. Fora das campanhas, o silêncio e a omissão predominam, deixando a população desamparada.

O contraste entre a negligência administrativa e os recursos em caixa é gritante. De janeiro a 17 de agosto de 2025, o município recebeu R$ 31.385.622,00 em transferências constitucionais da União, além de cerca de R$ 7 milhões enviados pelo Fundo Nacional de Saúde. Mesmo com cifras tão expressivas, a gestão da prefeita não destinou investimentos que garantam condições mínimas de atendimento, sobretudo para quem vive longe do centro.
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Cardoso Moreira, a “cidade carinho”, se vê mergulhada na contradição: enquanto sua população luta por sobrevivência sem ambulâncias e sem dignidade, a prefeita Geane Vincler se comporta como se estivesse acima do sofrimento coletivo, indiferente às necessidades urgentes do povo que deveria governar.
A pergunta que ecoa é inevitável: quantas vidas ainda serão colocadas em risco até que a prefeita desça do pedestal e cumpra seu dever com a saúde pública?




