Terça-feira, Maio 12, 2026
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Manobras do vereador Felipe Lopes na Câmara Municipal podem paralisar serviços públicos em Búzios, entenda o caso:

A Câmara Municipal de Armação dos Búzios vive um impasse político que pode comprometer seriamente a continuidade dos serviços públicos essenciais na cidade. O motivo é a apresentação de um substitutivo ao Projeto de Lei Ordinária nº 51/2025 por parte do vereador de oposição Felipe Lopes, em uma clara manobra regimental para dificultar a execução orçamentária e a gestão do prefeito Alexandre Martins.

O projeto original, encaminhado pelo prefeito Alexandre Martins por meio da Mensagem nº 17/2025, solicita a abertura de crédito adicional suplementar de R$ 22.690.028,30 para reforçar dotações orçamentárias em áreas como saúde, educação, coleta de lixo, segurança pública, turismo e assistência social. O objetivo é garantir a continuidade dos serviços públicos, pagamento de contratos, servidores e manutenção da estrutura da administração municipal.

No entanto, o vereador Felipe Lopes apresentou, com mais de 35 dias de tramitação já decorridos, um substitutivo ao projeto, reduzindo o valor para R$ 19.984.382,06 e alterando parte das destinações previstas. A proposta, apresentada tardiamente, deveria ter sido votada na sessão legislativa da quinta-feira (24), logo após o feriado, mas sequer entrou em pauta, colocando em risco a continuidade de serviços públicos para a população buziana.

A atitude do vereador, marcada por um comportamento obstrucionista e calculado, está sendo duramente criticada por setores da sociedade que reconhecem a urgência do crédito suplementar para evitar a paralisação de serviços básicos. A população já sente os impactos da insegurança gerada pela falta de responsabilidade e visão pública de alguns parlamentares.

Questionado pela Coluna Radar Político, o vereador Felipe Lopes afirmou que o cerne da questão reside na falta de planejamento do Poder Executivo e apontou, na análise da matéria, a desvinculação de dotações orçamentárias para projetos importantes. Além disso, destacou que é prerrogativa do Poder Legislativo discutir e aprimorar as matérias enviadas à Casa Legislativa.

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