Se há uma coisa que ninguém se atreve a arriscar no momento é fazer previsões sobre o resultado das eleições deste ano. Nem os melhores e mais notáveis matemáticos se atreveriam dar nada mais que meros palpites. Para o eleitor comum, a única certeza é de em quem ele não votará de maneira nenhuma. Até porque, pra esse eleitor, as eleições hoje são assuntos secundários. Já para os políticos postulantes ao pleito, o tempo está se esgotandou. Os prazos para alianças, acordos, compromissos nos bastidores, estão apertados e não me parece que tais alianças terão como base pragmatismo ideológico ou utopias filosóficas.
O personalismo político e os bastidores do poder que nos trouxeram à polarização mais acirrada depois da redemocratização já deixaram bem claro que o que importa é ocupar o máximo de espaços possíveis, não importa como, onde e nem a qual preço.
Que as bandeiras de campanha serão as mais variadas possíveis e o mote no submundo dos aplicativos de mensagens será do mais baixo nível possível todos nós sabemos. Nos resta esperar os debates e as campanhas oficiais e observarmos o vai e vem dos números das pesquisas.
Uma coisa é certa: essa história de que futebol, religião e política não se discutem, já é demodê. Entre o especialista em política dos memes de facebook e os dinossauros que dela vivem há décadas, estão aqueles que, ou estão cheios de certezas ou não têm certeza de absolutamente nada. E você? Onde se encaixa nessa engrenagem? Afinal, você também ajuda a pagar a conta!!
Aguardem cenas dos próximos capítulos!



