O município de Belford Roxo sofreu um bloqueio no repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Segundo levantamento feito com exclusividade pelo jornalista Alexy Paris, o bloqueio foi registrado em 3 de setembro de 2026, colocando o município da Baixada Fluminense no Muro da Vergonha.
O bloqueio ocorre no momento em que o prefeito licenciado Márcio Canella disputa uma vaga na Assembleia Legislativa do Estado, após ter sido barrado na tentativa de disputar uma candidatura ao Senado Federal.
A medida ocorreu em razão do inadimplemento de obrigações do município junto à União, com pendências registradas no Sistema Integrado de Administração Financeira (SIAFI). Na prática, uma das principais fontes de receita da Prefeitura foi interrompida, aumentando a pressão sobre a administração municipal.
O bloqueio do FPM pode decorrer de dívidas com a União, irregularidades fiscais, pendências previdenciárias ou falhas na prestação de contas. O impacto pode comprometer áreas essenciais, como saúde, educação, assistência social, manutenção de contratos e pagamento de fornecedores.
Sem os repasses federais, aumenta o risco de atrasos e de comprometimento dos serviços básicos oferecidos à população.
O bloqueio amplia o desgaste da administração municipal, que precisa explicar a aplicação dos cerca de R$ 1,708 bilhão previstos no orçamento de 2026, conforme a Lei Orçamentária Anual (LOA).
Ao que tudo indica, Márcio Canella e seu grupo vêm demonstrando pouca responsabilidade e compromisso com o município de Belford Roxo.





