Com o tema “Nutrindo Conexões”, o encontro foi voltado para enfermeiros, agentes comunitários de Saúde e outros profissionais da Rede de Atenção à Saúde. O evento foi realizado pela Secretaria de Saúde, por meio do Programa Saúde do Homem e do Programa Saúde da Mulher, com apoio do Núcleo de Educação Permanente em Saúde (Neps).
Entre os profissionais presentes, estiveram a pediatra e neonatologista do Hospital Municipal da Mulher Maria Rosalice Oliveira de Almeida; a coordenadora da Área Técnica de Incentivo ao Aleitamento Materno, da Secretaria de Estado de Saúde (SES – RJ), a médica pediatra Conceição Salomão; a enfermeira Wilsileia Dias Lopes; a coordenadora do Programa Saúde da Mulher, Camila Mello; e o coordenador do Programa Saúde do Homem, Thiago Porto, entre outros gestores.
O objetivo foi levar os participantes a uma reflexão sobre a importância de uma rede de cuidado acolhedora, humanizada e baseada em evidências científicas, que valorize não apenas a mãe, mas também a figura que está no papel do pai, ou do parceiro(a), além dos familiares e de toda a rede de apoio no sucesso da amamentação.
Ao longo do seminário, foram abordados assuntos como a promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno; o papel do pai, parceiro(a) e da rede de apoio na amamentação; as práticas humanizadas de cuidado à mãe e ao bebê; as estratégias para fortalecimento dos vínculos familiares; e a integração entre os serviços e profissionais da Rede de Atenção à Saúde.
A pediatra Maria Rosalice Oliveira de Almeida destacou o trabalho realizado pela Rede de Atenção à Saúde, para assegurar que a amamentação propicie um começo de vida sustentável para a criança.
“O Hospital da Mulher faz um trabalho muito bonito com aleitamento desde a primeira hora de nascimento, desde a sala de parto” comenta a médica.
O coordenador de Saúde do Homem, Thiago Porto, destacou a importância da paternidade no contexto de humanização e acolhimento.
“O envolvimento do pai ou parceiro é um importante fator de proteção ao aleitamento materno. Quando informado, acolhido e incentivado a participar dos cuidados com o bebê e do apoio à mulher, ele contribui para o fortalecimento dos vínculos familiares, para a segurança materna e para a continuidade da amamentação”, esclarece.
Para a secretária-adjunta de Vigilância em Saúde e Atenção Básica, Sandra Rabelo, o seminário contribuiu para trazer mais informações sobre uma prática que fortalece vínculos e transforma vidas.
“Foi um momento de atualização e troca de experiências para fortalecer o cuidado integral às famílias, reconhecendo que o sucesso da amamentação é construído por conexões, acolhimento e corresponsabilidade”, ressaltou.
O Agosto Dourado é um movimento de conscientização e valorização do aleitamento materno, reconhecendo a amamentação como um direito da criança, da mulher e de toda a família. Mais do que um ato de nutrição, amamentar fortalece vínculos, promove saúde e contribui para o desenvolvimento físico e emocional do bebê.




