A Prefeitura de São Pedro da Aldeia promoveu momentos de reflexão, acolhimento e valorização da vida nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) dos bairros Porto da Aldeia e Rua do Fogo, em uma programação alusiva ao Setembro Amarelo. As ações foram realizadas em parceria com o Departamento de Direitos Humanos da Secretaria Municipal de Assistência Social, fortalecendo o diálogo sobre saúde emocional e a importância da prevenção.
No CRAS Rua do Fogo, a programação contou com uma roda de conversa sobre valorização da vida e cuidado em saúde emocional, mediada pela Coordenadora de Políticas Públicas para a Mulher, Ágata Acioly, pela psicóloga do Departamento de Direitos Humanos, Larissa Lira, e com a participação da assistente social do equipamento, Rosemary Forte, que também contribuiu com a abordagem da temática.

A programação incluiu, ainda, uma dinâmica elaborada pela recepcionista Lúcia Santana que estimulou o afeto e o fortalecimento dos vínculos entre os participantes.

A ação no CRAS Rua do Fogo também integrou a programação do Setembro Amarelo, levando aos usuários do serviço um espaço de informação, reflexão e atenção à saúde emocional. A iniciativa reforça o papel dos equipamentos da Assistência Social como espaços de proteção, fortalecimento de vínculos e promoção do bem-estar da população.
As atividades destacam que falar sobre saúde emocional, reconhecer sentimentos e buscar apoio são atitudes importantes para a valorização da vida. Ao longo do mês, a campanha amplia o debate sobre prevenção e incentiva a criação de redes de apoio nos territórios.

Com o tema “Cuidar de si, cuidar do outro: vínculos, escuta e rede de apoio”, a roda de conversa foi mediada por Ágata Acioly e pela psicóloga Larissa Lira. Durante a atividade, Larissa abordou os principais sinais e indicadores de sofrimento psíquico, destacando a importância da escuta qualificada e do acolhimento na identificação de situações que podem indicar sofrimento ou adoecimento em saúde mental.
Foram apresentadas as redes de apoio e os serviços disponíveis no município, e a importância de buscar ajuda e fortalecer os vínculos. A atividade também abordou as especificidades relacionadas à saúde mental das mulheres, considerando os diferentes fatores sociais e as desigualdades de gênero que atravessam suas vivências e podem impactar suas condições de saúde e bem-estar.

Para Ágata Acioly, abordar a saúde mental com um público majoritariamente feminino significa reconhecer que as vivências das mulheres são atravessadas por questões de gênero e diferentes fatores sociais. “Ações como esta são importantes porque proporcionam um espaço de escuta, orientação e acolhimento, fortalecendo o acesso à informação e às redes de apoio e, sobretudo, reforçando que pedir ajuda é também uma forma de cuidado”, comentou.
Já no CRAS do Porto da Aldeia a dinâmica musical conduzida pelo facilitador social, o café da manhã especial e o aulão de dança também contribuíram para um ambiente de interação, alegria e convivência, especialmente junto ao público idoso atendido pelo equipamento. Na ocasião, a Coordenadora de Políticas Públicas de Igualdade Racial, Patrícia Ramalho esteve presente.




