Sábado, Março 14, 2026
spot_imgspot_imgspot_imgspot_img
InícioRadar PolíticoDr. Serginho denuncia escândalo envolvendo desvios na Moeda Social Itajurú na gestão...

Dr. Serginho denuncia escândalo envolvendo desvios na Moeda Social Itajurú na gestão da ex-prefeita Magdala Furtado em Cabo Frio

O prefeito de Cabo Frio, Dr. Serginho, apresentou nesta terça-feira (20) uma grave denúncia envolvendo irregularidades e desvios de recursos públicos no Programa Social Moeda Itajurú, durante a gestão da ex-prefeita Magdala Furtado. Segundo ele, uma auditoria interna realizada pela atual administração revelou inúmeras inconsistências nos cadastros de beneficiários, escancarando um cenário de completo desrespeito com o dinheiro público e, principalmente, com a população mais vulnerável do município.

Descobrimos um verdadeiro escândalo. Desviaram dinheiro de quem mais precisava”, afirmou o prefeito, ao detalhar que moradores da Baixada Fluminense, pessoas fora do perfil social exigido e até benefícios concedidos a pessoas já falecidas estavam entre os registros do programa.

A auditoria apontou uso político, negligência administrativa e fraudes explícitas em um programa que deveria ser uma ferramenta de assistência e dignidade. “A Moeda Itajurú foi transformada em moeda de troca, em benefício pessoal e político, quando deveria ser esperança para quem passa fome”, completou Dr. Serginho.

Documentos comprobatórios já foram encaminhados ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas do Estado, e a atual gestão promete responsabilizar todos os envolvidos. “Essa farra acabou. Aqui tem responsabilidade. Vamos fazer o certo pelo certo”, declarou o prefeito, com tom firme.

Dr. Serginho também anunciou que o programa será relançado em uma nova versão, com critérios rigorosos, transparência e real foco em quem mais precisa. “Não importa se votou com a gente ou não. Isso aqui é compromisso com o povo. A Moeda Social vai voltar, mas para cumprir o papel que sempre deveria ter tido: socorrer as famílias mais necessitadas de Cabo Frio, com justiça e responsabilidade”, concluiu.

spot_imgspot_imgspot_imgspot_img